Gari passa mal durante limpeza na escola atacada em Realengo

Gari passa mal durante limpeza na
escola atacada em Realengo

Faxina no colégio Tasso da Silveira foi concluída na manhã desta segunda-feira

Mariana Costa, do R7 | 11/04/2011 às 13h02
Jadson Marques/AE
Jadson Marques/AE
Gari que trabalhava na escola e estava no local na hora doa tentado passou mal durante limpeza desta segunda-feira


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Um dos garis que trabalhava na limpeza da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, passou mal e foi dispensado da faxina nas salas e corredores, concluída na manhã desta segunda-feira (11).

Segundo o relato de colegas, o gari, identificado apenas como Ricardo, trabalhava na escola e estava no local na hora da tragédia. Ele ficou muito abalado ao voltar ao cenário do massacre que deixou 12 crianças mortas e outras 12 feridas.

Após a limpeza, funcionários da escola e da prefeitura fizeram uma oração e bateram palmas. Ainda há marcas de sangue das crianças feridas que correram em busca de ajuda nas escadas de acesso ao colégio.

Funcionários da Secretaria Municipal de Conservação estão cobrindo as marcas de tiros e fazendo reparos na rua General Bernardino de Matos, que virou ponto de peregrinação de curiosos e gente que vem prestar uma homenagem às crianças mortas na tragédia que chocou o país.

Entenda o caso

Por volta das 8h de quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no colégio após ser reconhecido por uma professora e dizer que faria uma palestra (a escola completava 40 anos e realizava uma série de eventos comemorativos).


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